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Equipe do Corra pro Abraço de Porto Seguro participa do Ciclo Formativo em Salvador
Corra pro Abraço realiza encontro de formação com novas equipes do programa
Por Aelson Souza
24 de Março de 2025 às 13:31
Foto: Jonas Santos/Ascom Seades
O programa Corra pro Abraço, vinculado à Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Seades), está realizando durante esta semana, no Instituto Anísio Teixeira, localizado no bairro de São Marcos, em Salvador, o Ciclo Formativo - Aprender, executar e trocar práticas exitosas.
A atividade tem como objetivo preparar as equipes que estão atuando na expansão do programa nos municípios de Barreiras, Porto Seguro, Juazeiro, Lauro de Freitas e Salvador (Centro Histórico).
Foto: Jonas Santos/Ascom Seades
De acordo com a titular da Seades, Fabya Reis, o encontro contribui para que as organizações executem o Corra pro Abraço de forma mais efetiva. "A formação é o momento para a gente fortalecer nossa rede de execução e também os elementos exitosos nos vários territórios do nosso programa. Através do conjunto de mesas é discutida toda a metodologia, experiência e desafios para que o Corra siga sendo aprimorado", explica.
O superintendente de Políticas Sobre Drogas e Acolhimento a Grupos Vulneráveis (Suprad), Gabriel Oliveira, conta que o encontro colabora para a atuação coletiva dos profissionais. "Estamos reunindo as novas equipes do Corra pro Abraço, que vão fazer parte desse processo, para um ciclo formativo de 3 dias, debatendo todas as estratégias e questões relacionadas à política de cuidado e redução de danos, que é o cerne do programa", pontua.
Foto: Jonas Santos/Ascom Seades
Para o coordenador do Corra pro Abraço em Juazeiro, Roberto Júnior, o ciclo formativo é de suma importância para a formação das equipes de interiorização do programa. "É um momento oportuno para a gente estar aprendendo mais. Estamos alinhando também a nossa prática e a forma que o programa é executado", diz.
O coordenador do programa em Porto Seguro, Felipe Viana, aponta a relevância da troca de experiências durante o encontro. "A prática alimenta novas formas de produção e técnicas de redução de danos. Eu acho que a teoria também é importante para que a gente continue alinhado nessas práticas que produzimos nos territórios".