
“Eu já passei mais tempo da minha vida como um cego (desde os 24 anos) do que enxergando. Mas eu sei muito bem o que é beleza visual. Isso ainda está guardado aqui no meu cérebro”. Ele recorda e imagina as frestas.
"Eu quero ter paz novamente. E, para mim, essa paz passa necessariamente por uma resposta das autoridades e por uma investigação que finalmente esclareça o que aconteceu", diz.
“Muitas vezes, as pessoas reproduzem sem se darem conta. A gente tem feito campanhas de conscientização para trazer o conceito na prática de forma simples”.


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